quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Natal

Aproveite o Natal fazendo...

Abraçe e beije todos os que vc ama.

Faça as pazes com todos os que estão distantes, física ou espiritualmente.

Vá ver as decorações da cidade.

Tire foto junto com o Papai Noel.

Ponha músicas natalinas para tocar durante o dia.

Faça biscoitos de canela.

Faça embrulhos super elaborados de presentes

Compre um novo enfeite para a árvore

Monte o presépio

Faça uma oração para a humanidade

Feliz Natal.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Bônus Demográfico

Boa tarde!

Este post eu agradeço ao meu amigo Marcio Ruscitto, como é um assunto muito importante, vale a pena ler e refletir.
Se você não começou estou a disposição para te ajudar.

Beijo a todos

"A revista Exame desta quinzena tem como título: "Vinte anos para ficar Rico".
E para quem não teve a oportunidade de ler, vou transcrever aqui uma síntese do que isso significa para nós que nos preocupamos com o nosso presente e futuro.
Levando em consideração pessoas normais(classe média), como nós, o nosso enquadramento perante a sociedade atual é de uma nação madura, ou seja, hoje o Brasil está deixando de ser um país de jovens.
A idade média do brasileiro hoje é 29 anos, auge do período produtivo. O crescimento populacional vertiginoso ficou para trás. Após o crescimento em escala geometica por dois séculos, o número de brasileiros aumenta cada vez menos e não deve passar a marca de 220 milhões. Ao mesmo tempo, com a expectativa de vida de 73 anos, o país tem hoje dois terços da população entre 15 a 64 anos - faixa etária considerada economicamente produtiva.

Estes dados nos levam a um aumento de renda dos brasileiros em torno de 2,5% ao ano por conta deste BÔNUS DEMOGRÁFICO e do aumento da escolaridade iniciado nos anos 90; estes fatores levam o Brasil a ter sua economia crescente algo em torno de 50% até 2030 elevando o nosso PIB para 3,3 trilhões de dólares.
Isso nos leva a entender que o país, caminhando por si só já nos possibilitará ganhos futuros com a economia, e claro, se houver reformas mais profundas (tributárias, educacionais, entre outras) está marca pode ser elevada a um crescimento de 150% (7 trilhões de dólares).

E por que eu coloquei estes dados para vocês lerem ?
É que daqui a 20 anos, o curva etária estará atingindo a marca de 38 anos. Ou seja, teremos um problema sérissimo quanto à previdencia social, por conta da população produtiva estar velha e também porque as opções de empregos estarão cada vez mais selecionadas.

Para nós que temos filhos na fase de estudos a atenção tem que ser redobrada e o maior investimento que pudermos dispor na sua formação nos livrará de "gastos futuros"; lembre-se: hoje o mercado está super competitivo, todos já possuem graduação, amanhã a graduação será apenas o básico para que nossos filhos tenham oportunidades de seguirem " carreira solo ".

E a questão maior que nos mobiliza a refletir sobre o fato é que, se não aproveitarmos nestes 20 anos para acumular valores para nossa pós vida-produtiva, o que iremos fazer para garantir que tenhamos o que temos hoje ?

Hoje o sucesso financeiro tem como base quatro fatores fundamentais:

1 - Ter seis vezes o ganho mensal GUARDADOS (poupança, "debaixo do colchão", etc) para quaisquer emergência financeira, seja ela despesa com saúde, perda de emprego, entre outras. E lembrando, utilizou esta reserva?, no mês seguinte começe a recompor este valor;
2 - Ter um excelente Seguro de Vida; para que possa em qualquer fase da vida poder se "aposentar" e poder continuar com suas facilidades e obrigações financeiras que usufrui hoje, sem ter que mudar de posição social por conta de um acidente, doença ou perda do pílar financeiro da casa;
3 - Constítuir Patrimônio; ter seu lar e seu carro para uso diário, e todo e qualquer outro imóvel que se enquadre no seu planejamento financeiro, lembrando se o custo de se ter uma casa de campo é maior do que sua benfeitoria, alugue ao invés de comprar;
4 - Constituir sua Terceira Idade; hoje 85% dos brasileiros sacam suas previdências antes mesmo de completar 5 anos ?!?! Se você quer ter uma Terceira Idade como vive hoje: RESERVE de 7 a 10% de tudo que ganha em POUPANÇA, PREVIDÊNCIA PRIVADA e SEGURO DE VIDA RESGATAVÉIS !!!

Se você já faz tudo isso acima, acredito que irá aproveitar e muito este momento(e os próximos 20 anos), para fazer que sua vida financeira seja o que ela é hoje; caso não esteja fazendo sugiro que entre em contato com um consultor financeiro que lhe dará todos os passos para que quando estivermos nos nossos 50 e poucos anos de idade possamos estar pensando em viagens e curtir a vida e não em aperto de gastos porque estamos chegando à fase final de nossa vida produtiva sem perspectivas do que fazer."

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Você acredita em sorte ou azar?

Lidar com as espectativas das pesssoas é sempre complicado, que o digam os analistas de sistema e os diretores financeiros...

Em nossa atividades como consultores de risco e planejamento também sofremos com a distância entre a percepção, a espectativa e a realidade.

No execelente texto “O excesso de confiança e as oportunidades em ações” o igualmente excelente Aquiles Mosca nos fala de dados interessantes sobre as espectativas e o comportamento descolado da realidade que podemos tomar. O exemplo do bilhete da loteria é excelente: “Quer os números sejam escolhidos por mim, por você ou por um orangotango, temos todos a mesma probabilidade de ganhar, ou seja, quase zero. No entanto, na segunda metade da década de 70, um estudo realizado nos EUA (Langer, 1975) mostrou que mais de 60% das pessoas pagariam até o dobro do preço de um bilhete de loteria se elas mesmas pudessem escolher os números da sorte. O mesmo grupo de pesquisadores revelou que mais de 70% das pessoas pesquisadas acreditavam ter maior chance de vencer no jogo de dados se elas mesmas fizessem o arremesso. A psicologia registrou em diversos estudos a tendência de imputarmos um otimismo exagerado à nossa própria sorte. Esse viés de otimismo nos leva a crer que a lei das probabilidades se aplica principalmente às outras pessoas, mas não a nós mesmos.”

Nós conhecemos bem essa tendência, quem já não ouviu a frase – sou positivo, essas coisas não acontecem comigo?

Considero que essa tendência pode colocar em risco, não só a carteira de investimentos, como também o sucesso do negócio, a qualidade de vida da família e a própria qualidade de vida no longo prazo.
Não estruturar um planejamento financeiro bem embasado e estruturado para os riscos (bem) calculados leva a maioria das pessoas à frustração e perdas financeiras que podem ser definitivas e irremediáveis.
Em diversos graus, superestimar as probabilidades positivas levam diretamente ao despreparo para lidar com os revezes inevitáveis.

O incrível é que essa tendência vai do micro ao macro: o que levaria corporações fortíssimas à imobilidade até a completa queda, diante de quadros de mercado desfavoráveis?
É só pensar que a grande maioria das empresas não tem uma estratégia de gerência de riscos, controle de perdas ou sucessão empresarial.

Diante disso nosso trabalho fica ainda mais importante, pois forçamos uma reflexão sobre as possibilidades reais e as imaginadas e como garantir um plano de ação perene e consistente com os objetivos de cada um... no micro ou no macro!

Beijos e boa noite

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Dificuldades com o financês e o investês?

Olá

Se vocês, assim como eu, tenta entender a sopa de letrinhas do mercado financeiro aqui vão alguns endereços onde há explicações razoáveis para nós.


http://vocesa.abril.com.br/servicos/dicionario-financeiro/dicionario-financeiro.shtml

http://wiki.advfn.com/pt/Dicion%C3%A1rio_Financeiro

http://www.economiabr.net/dicionario/

http://www.enfin.com.br/bolsa/main.php

Beijo a todos

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O bom seguro de vida é feito para usar!

Já houvi de muitas pessoas, inclusive de um corretor de seguros dentro de um evento do FENACOR, que o problema do seguro de vida é que, quando mais precisamos dele, não podemos te-lo mais. Ou seja, pagamos pelo produto a vida inteira e quando estivermos velhos, não poderemos mante-lo, seja pelo decurso de prazo ou pelos valores proibitivos.

Antes de falar em produtos, vamos olhar os objetivos!
Vamos deixar claro um ponto muuuito importante e que faz toda a diferença no tipo de plano de contingência que queremos implantar.
Para que queremos nossas garantias?
Os prazos de duração dos produtos devem ser escolhidos de forma coerente com as garantias as quais queremos. Ou seja, se queremos uma garantia p/ uma viagem, basta um produto que vai durar aqueles poucos dias. Mas se queremos garantir os estudos de uma criança, devemos ter em mente o período de 20 a 25 anos que corresponde ao período escolar.
Se queremos uma garantia para toda a vida, temos que ter em mente uma proteção vitalícia.

Uma vez definido o objetivo, aí sim, poderemos escolher os produtos mais adequados ao nosso propósito.

Há produtos disponíveis?
Seguros temporários são excelentes para garantir coisas cujo prazo é conhecido e limitado. Podem ser renováveis ou de prazo único. Existe uma regra simples nos casos de seguros temporários: quanto maior o prazo melhor para o segurado, quanto menor, melhor para a seguradora. Estatística...

Mas se o objetivo for uma garantia para a vida inteira, aí é necessário um produto que dure a vida toda, portanto ele não pode ter data para acabar, pelo simples motivo que nós não sabemos o tal prazo de nossa vida. Nesse caso o melhor é um produto vida inteira.

Do ponto de vista de algumas companhias e dos canais de venda massificados, apresentar seguros temporários renováveis como única opção é mais "facil" de comercializar e controlar além das proteções legais nos casos de omissões ou dúvidas justificadas...

Não se esqueça de avaliar a forma de pagamento.

Há, basicamente, 2 possibilidades:
1. Pagamento progressivo que vai ficando mais caro conforme o tempo passa e que dura por todo o período no qual o seguro estiver ativo.
2. Pagamento planificado, o período de pagamento é limitado e o valor é o mesmo do início ao fim.

As vantagens do pagamento planificado são muitas, embora inicialmente ele seja maior, ele torna possível ter um seguro de vida inteira sem que o preço se torne impagável na 3a. idade.

Com a ajuda de um consultor bem preparado, como quem vos escreve ;)), é possível montar um plano consistente e de acordo com as expectativas.

Pesquise sempre!!!

Beijo e boa noite!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Seguros resgatáveis, são bons mesmo?

Sempre que converso com agentes financeiros e até corretores de seguros, fico intrigada com o desconhecimento desta ferramenta, tão eficiente, de poupança e proteção.

Como funciona?
Vamos supor que você queira fazer uma poupança para a faculdade de seu filho que nasceu este mês, portanto, daqui há 20 anos.

Quais opções você tem?

Fazer seu próprio investimento, que pode ter diversos graus de risco e rentabilidade, de acordo com seu perfil e, dependendo do caso, de sorte.

Você pode comprar ações p/ seu filho o que pode ter um excelente resultado (e rezar p/ não haver nenhum estouro de bolha na época prevista de realização).
Você pode fazer uma previdência privada, com uma rentabilidade bem mais modesta.
Você pode também fazer uma poupança programada, muito conservadora.

Nas 3 opções, as quais obviamente há níveis muito diferentes de retorno, há uma constante: se você, por alguma razão de força maior, parar de fazer aportes, o saque será correspondente ao montante poupado até o evento da suspensão. Se te acontecer algo, adeus faculdade do pimpolho.

Para garantir o montante final e/ou aportes é preciso haver um seguro em paralelo, para no caso de uma eventualidade a faculdade do seu pequeno ficar garantida.
Ou seja, é preciso pagar 2 produtos, em qualquer das escolhas acima.

Atenção: nas previdências a contratação de seguro é opcional e um valor à parte ao montante investido.

Aí está a beleza do seguro resgatável: nele encontramos os 2 produtos = poupança + garantia, com preço único.
Os valores pagos tem rendimento. Os custos de risco se diluem ao longo do tempo e a faculdade de seu filho está garantida por todo o período de pagamento. Se algo te acontecer, no meio do caminho, ele receberá o valor integral sem pagar mais nada. Se nada te acontecer, você conquistou o montante almejado.

Melhor, são contratos com rendimento fixo e constante, o que garante o resultodo final esperado, sem surpresas. No final do período, quando do resgate do valor poupado, você vai perceber que não pagou nada pelo seguro.

São produtos contemplados com opções de portabilidade e, no momento do resgate, o cálculo do IR leva em consideração o custo do seguro que está embutido no cálulo da rentabilidade.

Existem algumas opções bem interessantes no mercado hoje, cujos valores e rentabilidade variam de seguradora para seguradora.

Vale a pena a pesquisa! Principalmente se vc tem um projeto muito importante e que não pode dar errado!

Estou a disposição para mais informações

Beijos e boa noite!!!!!